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MFC Sportech - Low-tech e High-tech no futebol

28/08/2020 09:18

Salve, torcedor Maringaense!

Já falamos sobre várias tecnologias aplicadas ao mundo do futebol aqui no MFC Sportech, então hoje é dia de mudar um pouco e abordar esse tema de uma maneira diferente. Nesta semana, vamos aprender sobre iniciativas em dois “extremos”: o “low-tech” e o “high-tech”, ou seja, a “baixa-tecnologia” e a alta-tecnologia, respectivamente.

Se você acompanha o MFC Sportech desde o começo, já deu para perceber que há muitos jeitos da tecnologia ajudar o futebol e preparar esse esporte para o futuro. Mas uma das coisas mais interessantes que você pode não ter percebido é que a tecnologia pode estar presente em várias formas ou com diferentes níveis de impacto. Às vezes, uma tecnologia mais simples ou comum pode ser suficiente para resolver um problema. Em outros casos, pode existir a necessidade de soluções mais complexas, dignas de ficção-científica de cinema. Nós separamos três grandes áreas no futebol para comparar atividades “low-tech” e “high-tech”, que você confere a seguir:

 

  1. Dia de Jogo

A volta do futebol pelo mundo trouxe alguns bons exemplos de tecnologias mais simples que ajudam a melhorar a transmissão sem torcedores nos estádios. As arquibancadas virtuais são realizadas através de plataformas de vídeos, e os próprios websites e as redes sociais dos clubes foram fundamentais para realizar iniciativas como os torcedores de cartolina nos estádios ou criando e distribuindo conteúdo para aproximar os fãs aos jogadores.

Por outro lado, há algumas tecnologias muito interessantes que prometem mudar completamente a maneira como vemos futebol. Uma das mais faladas é a realidade virtual. Já imaginou colocar os óculos e se transportar para dentro do estádio, assistindo ao jogo como se estivesse na arquibancada interagindo com seus amigos ou familiares? Outra tecnologia legal que está sendo desenvolvida é a criação de replays completamente interativos. Você é o diretor, e escolhe qual o posicionamento das câmeras e como quer ver o jogo, como se estivesse no vídeo-game.

 

  1. Lesões

Até alguns anos, essa área era pouco trabalhada com dados ou tecnologia de ponta. Claro, muitos clubes possuem departamentos médicos avançados e com profissionais experientes e competentes, mas geralmente com foco no tratamento de lesões.

Mais recentemente, uma das principais áreas que acompanharam a criação de startups e tecnologias foi a prevenção de lesões. Com inteligência artificial, é possível prever quais jogadores têm mais riscos de se lesionarem (incluindo o tipo e a gravidade da lesão). Dessa forma, pode-se fazer uma gestão mais focada na preservação da equipe, sabendo o quanto cada jogador pode entregar fisicamente sem correr riscos. Tecnologias que auxiliam o monitoramento da saúde dos atletas, principalmente em áreas como o sono e nutrição, também podem ajudar nessa área e ainda melhorar a performance no campo. Quanto mais dados são produzidos e capturados, mais precisas essas tecnologias podem ser.

 

  1. Contratações

Quem nunca ouviu falar no olheiro de futebol? Esse profissional é muito importante, já que muitas vezes os grandes craques são descobertos por olheiros Brasil e mundo afora. Hoje, há algumas ferramentas simples que ajudam o trabalho desses profissionais, desde plataformas de vídeo como o YouTube até mesmo “marketplaces”, que conectam olheiros a grandes promessas.

Por outro lado, a inteligência artificial tem ajudado muitos clubes a contratar jogadores com base em dados, complementando o trabalho dos olheiros. Se um time perde um meia criativo, por exemplo, há ferramentas que permitem encontrar em bases de dados jovens promessas com números e características parecidas com o craque que saiu do clube. Alguns modelos mais complexos permitem inclusive prever qual seria o rendimento desse novo jogador com os atacantes que já estão no clube, por exemplo, ou se poderia ser interessante contratar um centroavante que funcionaria com o novo meia. Claro que, por mais avançadas que sejam essas plataformas, ainda é muito difícil prever com precisão, portanto sempre existe o risco de as contratações darem errado (ou ainda saírem melhor do que o esperado!).

 

E você, torcedor? Você é time “high-tech” ou “low-tech”? Qual dessas áreas você acha que tem mais potencial de mudar com a tecnologia? Conta pra gente nas redes sociais do MFC com a #MFCSportech.

Até semana que vem!

 

Por Rafael Holtz

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